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#EVENTOLOST e #DHARMADAY

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E continuamos no clima do fim de Lost! Agora trazendo a cobertura de dois eventos, um no RJ e um em SP.

#EVENTOLOST

Por Isabela Cabral

Foi realizado, pelos blogs Dude, We Are Lost e Lost in Lost, no fim de tarde do último sábado (29/05/2010) no Rio de Janeiro, um evento para os fãs da série: “Fim de Lost e o Nascimento de Um Ícone Pop”. Mais de 250 pessoas lotaram a Livraria da Travessa, no Barra Shopping. Eu, Isabela Cabral, era uma delas!

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Fiz muito bem em chegar cedo. Abordei duas pessoas que me pareceram ser fãs de Lost e começamos uma fila, fiquei no 3º lugar. E a fila só foi crescendo. O auditório da livraria só comportava 80 pessoas sentadas. Montaram ainda na parte de baixo um telão para transmissão ao vivo, com 50 cadeiras na frente. Veja abaixo como a galera fez questão de presenciar o evento, mesmo que em pé. Read the rest of this entry »

[CUMÊ SERIAL] SOBRE LOST

Eu vi Friends. Mas vi, antes, MacGyver, Magnum, Voyager, A Gata e o Rato, Caverna do Dragão (ok, era desenho e eu coloquei aqui só para sacanear). Vi Super Vicky, Punky – A Levada da Breca (o que diabos quer dizer “breca”?!), Alf – o Eteimoso, Esquadrão Classe A, Blossom, vi até Capitão Marvel e A Ilha da Fantasia (embora essa última nem seja bem da minha época). Vi Mundo da Lua e Anos Incríveis e, provavelmente, foram duas das coisas mais belas que vi na tevê. Vi Married With Children, Fresh Prince of Bel-Air (me recuso a escrever os títulos em português), Todo Mundo Odeia o Chris, Seinfeld e, mais recentemente, vi Angel, Battlestar Galáctica, Roma, Pushing Dasies, The Big Bang Theory, 24horas, Glee, Heroes (forget it), e Arquivo X. Vi muitas séries. Vi séries que nem listei aqui. O texto já está demasiado longo.

Eu não vi Lost. Não vi uma série de tevê, como vi as outras. Durante seis anos acompanhei uma história cativante, uma trilha sonora mágica do mestre Michael Giacchino, roteiros deliciosa e meticulosamente cíclicos, mas, principalmente, vivi os dramas dos muito bem construídos e interpretados personagens. Chorei com Charlie e sua luta mortal para se libertar (não estou falando das drogas). Torci por Michael e Walt, histórias de pai e filho sempre me comovem. Quis acreditar na Sun ao mesmo tempo em que desconfiava com Jin, tudo porque o amor deles era mais forte que qualquer coisa. Cri na bondade do torturador iraquiano, Sayid disfarçava-a como um bom espião. Confiei na sabedoria do olhar contornado de Richard e, mais tarde, na calmaria do de Jacob. Quis ser amigo-irmão de Desmond e amei odiar o Ben. Sawyer trapaceou e tomou a cena durante algum tempo, e foi muito divertido. Kate foi necessária, até a última cena. Locke era quase que a própria ilha e a ilha foi protagonista e antagonista. Hurley era a minha voz, meu medo e minhas lágrimas lá dentro e como dói saber que semana que vem estarei calado. E Jack. Jack era nosso olho.

Eu chorei. Não sei dizer nesse momento se por conta da história de cada personagem, que formou a série toda, ou se por estar órfão dela. Não importa. Whatever, como diriam dois amigos nossos. Algo que gerou tanta comoção, tanta diversão, tanta entrega, tanta discussão, tantos amigos (se você chegou aqui há uma grande probabilidade de ser um meu), não pode ser catalogado, resolvido, totalmente explicado. Não foi. Nunca será. Os clássicos são assim.

Se você esperava um desfecho arquitetado que amarrasse totalmente a trama, sinto muito. Você viu Lost. E esperou por algo que outras séries tentaram entregar. Algumas até conseguiram. Mas se você esperava realmente só isso, sinto muito. Você não teve a mesma sorte que eu. Se fosse do seu jeito, esse texto acabaria na lista do primeiro parágrafo e nós, no final do último episódio. Talvez eu tenha sido um homem de e você, de razão. Para a nossa sorte (sim, espero que no futuro seja a sua também), Lost não era sobre causa e consequência realistas. Era sobre o humano. Eu tive a melhor experiência cultural que poderia compreender e ela se expandiu e foi uma experiência humana. A parte física dela acabou, mas uma que ainda não consigo explicar ficou. Está aqui, comigo, agora. Como os grandes momentos da minha vida que, mesmo passados, me acompanham e me tornam o que sou. Eu não vi Lost.

Vi muitas séries e algumas muito boas. Mas não vi Lost. Eu vivi Lost.

E espero vivê-la novamente em outra vida, brotha!

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Marcelo Salgado não se conteve e roubou a coluna para ele essa semana.

[CUMÊ SERIAL] As melhores aberturas das séries

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Essa é a estreia da “Cumê Serial”, minha nova coluna sobre séries de TV aqui no Cumêcamão. E para essa inauguração nada melhor do que as aberturas das séries!

Elas podem ser notáveis pelo tema musical, por uma boa representação da série em questão, pela montagem, etc. com a ajuda de alguns pitacos que pedi por aí, fiz essa seleção de dez créditos de abertura de séries. Optei por escolhas atuais ou mais recentes, além de levar mais em consideração a construção das aberturas. Fosse pelos fatores nostalgia ou música, Friends estaria aqui. Não está, sinto muito.

Divirta-se!

Dexter

Apenas com imagens da rotina matinal de Dexter, que é realmente bem normal, e uma trilha instrumental, a sequência consegue transmitir um ar muito perturbador (muito devido àqueles closes, eu diria), além de simbolizar atos do seu Dark Pasenger.

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