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AUDIOCONTO #12 – O ALIENISTA, Cap. 2

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Capítulo II – TORRENTES DE LOUCOS

 

Olá Cumês! Hoje no ar o segundo capítulo d’O Alienista, de Machado de Assis – Torrentes de Loucos, ainda homenageando o maior escritor brasileiro de todos os tempos, no centenário de seu falecimento.

No capítulo passado, apresentado o Dr Simão Bacamarte, o alienista, uma espécie de psicanalista, ficamos sabendo que a câmara de Itaguaí aprova a abertura da Casa Verde, um abrigo para os mentalmente doentes. Dona Evarista, antes desconfiada com a idéia, passa a aprova-la depois que percebe o reconhecimento da alta sociedade. Ironia social pura.

Fiquem então com o segundo capítulo do conto (ou será novela?!) O Alienista, só para você aqui no Cumê!

 

 

Cuma?!.: Semana que vem o terceiro capítulo. Aguarde e confira!

Não ouviu o primeiro capítulo? Vai lá e ouve!

A graphic acima, em sépia, é parte da obra genial e gemial de Fabio Moon e Gabriel Bá. Os dois irmãos do 10 Pãezinhos adaptaram O Alienista para quadrinhos graphic novel e ficou duka! Vai lá e compra no Submarino!

AUDIOCONTO #11 – O ALIENISTA, Cap. I

Capítulo I – DE COMO ITAGUAÍ GANHOU UMA CASA DE ORATES

 

Olá Cumês! O Cumêcamão mais uma vez prova que também é cultura e traz para vocês O Alienista, de Machado de Assis, homenageando o maior escritor brasileiro de todos os tempos, no centenário de seu falecimento.

O Alienista foi escrito em capítulos para a revista A Estação, do Rio de Janeiro. Algum tempo depois foi publicado na íntegra na coletânea Papéis Avulsos. Trata-se de um conto encaixado no Realismo, uma obra genial de Machado, finamente irônica e crítica da sociedade.

Fiquem então com o primeiro capítulo do conto (ou será novela?!) O Alienista, só para você aqui no Cumê!

 

 

 

Cuma?!.: Semana que vem o segundo capítulo. Aguarde e confira!

A graphic acima, em sépia, é parte da obra genial e gemial de Fabio Moon e Gabriel Bá. Os dois irmãos do 10 Pãezinhos adaptaram O Alienista para quadrinhos graphic novel e ficou duka! Vai lá e compra no Submarino!

AUDIOCONTO #10 – DEUS, DE ALPHONSE ALLAIS

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Hoje no Audioconto você vai ouvir um pequeno conto de humor sarcástico e corajoso, escrito no final do século XIX pelo francês Alphonse Allais. Com vocês: Deus.

 

Músicas incidentais: Umbigo, Falange Canibal, Lenine e O Céu é Muito, Labiata, Lenine.

 

Comentários, sugestões, pedradas e flores são muito bem vindos. Comente ou mande um e-mail para cumecamao@gmail.com.


AUDIOCONTO #9 – MULLÁ NASRUDIN


Hoje no Audioconto vocês vão ouvir três historietas de humor! Mas, pera-lá, é um humor diferente, inocente, cultural. Mullá Nasrudin nos ensina um pouco sobre as características humanas. Não está entendendo nada? Então vamos do começo!

Mullá (mestre) Nasrudin – ou no original Khawajah Nasr Al-Din – teria sido um pensador na Turquia do século XIV. Teria sido, pois se atribue a ele várias parábolas em que o personagem é o próprio autor, sobre o homem e a sociedade. Não se sabe ao certo se ele existiu ou não, mas o fato é que essas histórias, provavelmente advindas da tradição oral, foram registradas por escrito nessa época e se integraram a uma tradição que já vinha da Pérsia, o Sufismo, espécie de seita como o zen-budismo, que prega a busca pela sabedoria.

No Audioconto de hoje você ouvirá Como Nasrudin Criou a Verdade, O Relógio e O Sermão de Nasrudin. Aproveite o programa, comente e ouça belas canções crivadas por interessantes derbaks! A Turquia é aqui, no Cumê!


AUDIOCONTO #8 – FITA VERDE NO CABELO


Para provar que o Cumê também é cultura, toma aí: Audioconto #8 – Fita Verde no Cabelo, de Guimarães Rosa! Isso mesmo! João Guimarães Rosa, autor de Grande Sertão Veredas (considerado por muitos a maior obra literária brasileira) é um dos mais significantes autores brasileiros. Pode pesquisar, o cara sabia mais de dez línguas e arranhava outras tantas. Conhecia tanto a linguagem e a cultura intrínseca do sertanejo que foi capaz de criar uma nova forma de escrever, quase um novo português, baseado na simplicidade e objetividade linguística do caipira. E, como ir direto ao ponto é com a gente mesmo, você vai ouvir uma estorinha escrita em 1964 para um suplemento literário d’O Estado de São Paulo: Fita Verde no Cabelo. A estória é uma recriação do conto Chapeuzinho Vermelho (registrada pela primeira vez por Charles Perrault, no século XVII), mais abrasileirado, mais interiorano e, ao mesmo tempo, mais universal, porque humano. É isso, aproveite, comente, atire pedras ou confetes. Bom programa!


AUDIOCONTO #7 – Juca Kfouri

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Hoje, no Audioconto, não tem conto, tem crônica! Três curtas crônicas que integram a ótima coletânea Meninos Eu Vi… de Juca Kfouri.

Um dos cronistas mais inteligentes e éticos do país, Juca nasceu em 50 e desde a engajada passagem pelas Ciências Sociais, na FFLCH – USP, quando foi trabalhar na Editora Abril, Juca teve sua vida entrelaçada com o futebol e a crônica esportiva. Atualmente tem um dos blogs mais acessados do país, o Blog do Juca, além de um programa na rádio CBN, o CBN Esporte Clube.

No Meninos Eu Vi… Juca junta várias memórias futebolísticas e causos muito interessantes, quase todos vividos por ele mesmo. Vale à pena!

Confira, então, o Audioconto #7, no Cumêcamão!


METAMORFOSE – DE VERÍSSIMO

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Audioconto no ar! Hoje, com um conto bem humorado de Luís Fernando Veríssimo: Metamorfose. Sim, o título é o mesmo da obra maior de Franz Kafka e não é por acaso. O jogo que Veríssimo propõe é justamente uma inversão de papéis entre autor e personagem, mas com o objetivo de falar, com uma ironia aguda, da absurda realidade brasileira. Quem é mais kafkiano? O próprio Kafka ou o Brasil? Descubra – ou não! – no Auidoconto número 6.

 

Escute, elogie, critique, enfim, comente e me faça feliz!

A LUZ É COMO A ÁGUA

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Segunda-feira, dia de Audioconto no Cumê! No nosso quinto programa, um conto tão real quanto fantástico de García Marquez, o colombiano ganhador do Prêmio Nobel e autor de Cem Anos de Solidão. A Luz é Como a Água é um conto presente no livro Doze Contos Peregrinos. O realismo fantástico está fortemente presente quando o narrador fala de Madri e das relações de troca entre pai, mãe e filhos, pintando tudo com a cor mágica do absurdo.

Escute, desconsidere a produção com sérias restrições orçamentárias, e comente. Seu comentário poderá ser lido no Audioconto da semana que vem!

 

Até lá!

CONTINUIDADE DOS PARQUES

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Hoje é segunda-feira, Cumê, dia de Audioconto! Hoje você vai ouvir um conto do argentino quase cubano que nasceu na Bélgica, Julio Cortázar: Continuidade dos Parques (Final del Juego, 1956), tradução por Marcelo Salgado, aka EU :P

Trata-se de um conto quase fantástico, onde o tema é justamente a narrativa, um texto bastante meta-literário. Quem disse que o Cumê não é cultura?!

Cortázar é de uma geração que criou maravilhas a partir da literatura fantástica, mas não parou por aí. Sua obra, sobretudo o romance O Jogo da Amarelinha (1963) e o conto O Perseguidor (Armas Secretas, 1959), demonstram um gênio literário que superou estilos ou escolas. Da geração (assim como Jorge Luis Borges) que trouxe, durante o século passado, a literatura latino-americana ao nível da européia.

Então curta um pouquinho da genialidade de Cortázar aqui, no Audioconto do Cumê!

 

¡Has la vista, amigos!

DEL OBJETO CUALQUIERA – ELISEO DIEGO

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eliseo

Olá amigo Cumê! Hoje é dia de um Audioconto diferente. Você irá ouvir o belíssimo conto Del Objeto Cualquiera, do cubano Eliseo Diego, em castelhano! É… ouça mais de uma vez, pois minha pronúncia não está lá estas cosas

Eliseo Diego, nascido em 1920 e falecido em 1994, é tido com um dos grandes poetas latinoamericos, e é justamente mais conhecido por sua vasta obra poética. O pequeno conto que utilizamos aqui também não deixa de ser um tanto poético e tão cativante quanto sublime. A narrativa gira em torno de um objeto qualquer, como no título, que nunca pode ser tido e compreendido inteiramente, até que… bom, ouça e entenda. Se vocês comentarem e reclamarem, prometo que gravo a tradução na semana que vem.

Até mais!