Capítulo II – TORRENTES DE LOUCOS

Olá Cumês! Hoje no ar o segundo capítulo d’O Alienista, de Machado de Assis – Torrentes de Loucos, ainda homenageando o maior escritor brasileiro de todos os tempos, no centenário de seu falecimento.
No capítulo passado, apresentado o Dr Simão Bacamarte, o alienista, uma espécie de psicanalista, ficamos sabendo que a câmara de Itaguaí aprova a abertura da Casa Verde, um abrigo para os mentalmente doentes. Dona Evarista, antes desconfiada com a idéia, passa a aprova-la depois que percebe o reconhecimento da alta sociedade. Ironia social pura.
Fiquem então com o segundo capítulo do conto (ou será novela?!) O Alienista, só para você aqui no Cumê!
Cuma?!.: Semana que vem o terceiro capítulo. Aguarde e confira!
Não ouviu o primeiro capítulo? Vai lá e ouve!
A graphic acima, em sépia, é parte da obra genial e gemial de Fabio Moon e Gabriel Bá. Os dois irmãos do 10 Pãezinhos adaptaram O Alienista para quadrinhos graphic novel e ficou duka! Vai lá e compra no Submarino!



Hoje no Audioconto vocês vão ouvir três historietas de humor! Mas, pera-lá, é um humor diferente, inocente, cultural. Mullá Nasrudin nos ensina um pouco sobre as características humanas. Não está entendendo nada? Então vamos do começo!
Para provar que o Cumê também é cultura, toma aí: Audioconto #8 – Fita Verde no Cabelo, de Guimarães Rosa! Isso mesmo! João Guimarães Rosa, autor de Grande Sertão Veredas (considerado por muitos a maior obra literária brasileira) é um dos mais significantes autores brasileiros. Pode pesquisar, o cara sabia mais de dez línguas e arranhava outras tantas. Conhecia tanto a linguagem e a cultura intrínseca do sertanejo que foi capaz de criar uma nova forma de escrever, quase um novo português, baseado na simplicidade e objetividade linguística do caipira. E, como ir direto ao ponto é com a gente mesmo, você vai ouvir uma estorinha escrita em 1964 para um suplemento literário d’O Estado de São Paulo: Fita Verde no Cabelo. A estória é uma recriação do conto Chapeuzinho Vermelho (registrada pela primeira vez por Charles Perrault, no século XVII), mais abrasileirado, mais interiorano e, ao mesmo tempo, mais universal, porque humano. É isso, aproveite, comente, atire pedras ou confetes. Bom programa!
Hoje, no Audioconto, não tem conto, tem crônica! Três curtas crônicas que integram a ótima coletânea Meninos Eu Vi… de Juca Kfouri. 

Segunda-feira, dia de Audioconto no Cumê! No nosso quinto programa, um conto tão real quanto fantástico de García Marquez, o colombiano ganhador do Prêmio Nobel e autor de Cem Anos de Solidão. A Luz é Como a Água é um conto presente no livro Doze Contos Peregrinos. O realismo fantástico está fortemente presente quando o narrador fala de Madri e das relações de troca entre pai, mãe e filhos, pintando tudo com a cor mágica do absurdo.
Hoje é segunda-feira, Cumê, dia de Audioconto! Hoje você vai ouvir um conto do argentino quase cubano que nasceu na Bélgica, Julio Cortázar: Continuidade dos Parques (Final del Juego, 1956), tradução por Marcelo Salgado, aka EU :P



















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