
Hoje é dia de votação, cumês! Já estão aí as eleições e é hora de cumprirmos nosso dever cívico. Tanto melhor se for votando no que gostamos, certo?! Nada de carros de jingles políticos enchendo sua paciência e comícios com shows do Latino e do Fabio Jr (irrcaaa)! Neste primeiro VAI LÁ E VOTA! vocês elegerão a melhor atuação como identidade secreta de herói em 2008!
Este ano está recheado de blockbusters de heróis. Tivemos Homem de Ferro, O Incrível Hulk, Batman: The Dark Knight, Hancock e ainda veremos Hellboy 2 – O Exército Dourado. Grandes produções e filmes fantásticos. Os heróis em si, já transformados, são quase sempre computação gráfica, cgi, maquiagem ou coisa que o valha. A grande novidade – para a nossa alegria – é que as histórias estão mais densas e os personagens mais aprofundados. Com isso, grandes atuações ganharam destaque. Atores caríssimos deram o ar da graça e fizeram um bom trabalho. Escolha aí, amigo, o ator que deu – ôps – mais certo no papel de herói. Escolha a grande identidade secreta – ou quase – de 2008!
EDWARD NORTON – BRUCE BANNER/HULK
Ele conquistou definitivamente nossa admiração em Clube da Luta (1999) como o narrador atormentado e violento. Esteve genial também em A Outra História Americana (1998), Dragão Vermelho (seqüência de O Silêncio dos Inocentes, em 2002) e O Ilusionista (2006). E este ano viveu intensamente Bruce Banner, O Incrível Hulk! Sua contribuição na produção não se limitou a atuar. Ele ajudou no roteiro e na produção também. Segundo boatos, Norton foi o responsável direto pelas homenagens feitas à série dos anos 70 (como a participação especial de Lou Ferrigno, o antigo Hulk da série, e a fechada de câmera nos olhos esverdeados de Banner quando está se transformando em Hulk, tomada exatamente igual à da série). Palavra para Norton: INTENSO.
CHIRSTIAN BALE – BRUCE WAYNE/BATMAN
Bale era um ator de cinema indepente até estourar como Bruce Wayne em Batman Begins (2005). Devemos dar crédito a ele, pois não se acreditava muito que alguém pudesse desfazer o estrago que havia sido causado pelos Batmans anteriores. Bale veio quase desconhecido e surpreendeu com uma atuação bastante crível, verossímil. Em Batman: The Dark Knight o foco parece estar quase todo no Coringa, é verdade, mas Bale ainda consegue um bom resultado, amparado que está por um bom diretor e coadjuvantes do naipe de Michael Caine, Gary Oldman e Morgan Freeman. Palavra para Bale: REAL.
ROBERT DOWNEY JR – TONY STARK/HOMEM DE FERRO
Acho que a primeira vez que vi Robert Downey Jr no cinema foi em O Céu Se Enganou (Chances Are, 1989), uma comédia romântica divertida e dinâmica sobre um cara que morre e reencarna lembrando-se da vida anterior. Sua atuação já cativava o espectador pela autenticidade. Tanto que, três anos depois, ele deu vida a um dos ícones do século passado: Chaplin (1992). Infelizmente para ele e para nós, seu talento não foi totalmente aproveitado devido aos problemas em que se envolveu (drogas, alcoolismo, etc). Mas ao voltar em grande estilo ao circuito de blockbusters com o despojado Tony Stark, Robert mostrou que está a todo vapor. Arrisco dizer que nenhum ator de Hollywood estaria tão pronto e identificado com o personagem como ele. Irônico, por vezes, mas absolutamente carismático. Palavra para Downey Jr: DESPOJADO.
WILL SMITH – JOHN HANCOCK/HANCOCK
É chover no molhado dizer que Will Smith é um dos grandes nomes de Hollywood hoje. Alguns dizem, é verdade, que seus personagens são sempre iguais: o cara engraçaralho e desajustado, mas que salva o mundo no final. No entanto, um olhar mais aprofundado vai perceber que há algo além dos heróis que adoramos. Basta ver, por exemplo, o Chris Gardner de À Procura da Felicidade (2006) e o Muhammad Ali de Ali (2001). Mas é justamente nos papéis dinâmicos, engraçados e heróicos que Will se dá melhor. Com Hancock não foi diferente. Segundo o Borbs, do Judão, esse foi um dos melhores filmes de herói de todos os tempos. Talvez não seja para tanto, mas Hancock é um herói diferente, por vezes sacana e muito divertido de se ver. Palavra para Will Smith: SHOWMAN.
RON PERLMAN – HELLBOY
De longe o mais experiente dos atores desta eleição, Ron Perlman esteve, por exemplo, em O Nome da Rosa (1986). Mas sua cara não era tão conhecida antes de Hellboy (e com tanta maquiagem permaneceu assim), pois ele está mais acostumado a emprestar a sua voz e interpretação a personagens animados e afins, além de fazer bastante televisão e teatro. Hellboy 2 – O Exército Dourado ainda não estreiou, mas Ron Perlman concorre aqui por já conhecermos seu trabalho desde o primeiro filme, em 2004. Hellboy é um ser demoníaco, mas que com muito bom humor combate todo o tipo de mal. Palavra para Ron Perlman: CARICATO.
É isso, amigos. Votem, comentem e sigam os resultados!











Se há uma coisa que 24 horas não faz é defender a era Bush. Qualquer telespectador que se proponha a acompanhar a série percebe que, ao contrário, há severas críticas à política do governo Bush. Querem exemplos? A ver: de que partido é o presidente mais boa gente da história dos EUA, mister David Palmer? Do partido Democrata, meu amigo. Bush é republicano. Os democratas estão para os republicanos assim como os tucanos estão para os petistas, só que com muito, mas muito mais poder e charme.
A favor da teoria de que o seriado é um decalque do modus operandi do governo está o fato de que muitas das situações de risco são resolvidas na base da tortura. De fato, até o próprio presidente David Palmer mandou torturar um integrante do alto escalão federal. Mas quem disse que Bush manda torturar pessoas? Está certo que ele não é lá um anjo de pessoa, mas os casos de tortura que ficaram famosos em seu governo não foram totalmente responsabilidade sua, mas de militares perturbados que, aliás, não são exclusividade americana. E quem não vibrou com nosso heróis nacional, o mothafoca tupiniquim, Capitão Nascimento, fazendo a mesma coisa para o bem comum? Nem Bauer, nem o Capitão ficavam felizes ao recorrer à tortura e suas histórias incluem o drama pessoal de cada um ao enfrentar sua consciência por ter cometido atos inumanos. Serve ou não serve para gerar um debate entre amigos e para aprendermos mais sobre a natureza humana?

Mansfield é o nome artístico de Jackson Pacheco. Segundo ele, um nome que não fazia sentido, pois ele não era bom com pandeiros (Jackson) nem dono de imobiliária (Pacheco). Dono de uma longa carreira entre teatro (mais de vinte anos, quatro só no fantástico Terça Insana), televisão (alguém aí lembra da família do Rá-Tim-Bum?), propagandas (centenas delas), etc, Marcelo Mansfield é craque mesmo na comédia direta, no texto criativo e na improvisação. Veja abaixo alguns dos melhores trechos de suas apresentações:

















Johnny 5, de 
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